CLUB DE GOLF IBÉRICO: Marco Andrade o campeão de 2017








Palmela, 21 de dezembro de 2017,
Para: Secção de Desporto / Modalidades
De: Club de Golf Ibérico
Assunto: Golf Nacional

Ordem de Mérito de 2017

MARCO ANDRADE
DOMINA TEMPORADA

O DIRETOR DO MONTADO HOTEL & GOLF RESORT FOI O MELHOR DA TEMPORADA, TANTO EM GROSS COMO EM NET

Marco Andrade foi o campeão do Club de Golf Ibérico em 2017, uma temporada em que dominou avassaladoramente, tanto no ranking gross como no net.

O diretor do Montado Hotel & Golf Resort, em Palmela, foi o n.º1 em ambas as modalidades, depois de vencer quatro dos seis torneios da Ordem de Mérito do CGI na classificação gross (1º, 4º, 5º e 6º) e ainda de ganhar o net na primeira competição.

O fator “casa” poderá ter sido importante, dado que conhece como ninguém o traçado desenhado por Jorge Santana da Silva, mas o seu handicap EGA de 8,1 também mostra que tem sido um jogador consistente ao longo do ano e não apenas nos torneios do CGI.

Se no caso do ranking gross já não havia dúvidas sobre quem seria o campeão do clube, tendo somado 53 pontos, face a 42 de Carlos Peixoto, já na hierarquia do ranking net só foi tudo decidido no último torneio.

José Ricardo Silva, um antigo bicampeão do CGI, poderia até ser considerado favorito, mas não compareceu no 6º e último torneio por estar a competir ao mesmo tempo noutro local, deixando a luta pelo n.º1 entregue a Marco Andrade e Carlos Peixoto, com o primeiro a bater o segundo por apenas 1 ponto (43 e 42, respetivamente)! No 6º e último torneio, Marco Andrade fez 33 pontos stableford net e Carlos Peixoto 28.

No seu discurso de campeão do clube, Marco Andrade começou por brincar, dizendo que «tantos prémios» não chegavam e queria «mais para o ano», mas depois, mais a sério, urgiu os sócios do CGI a «participarem mais nos torneios, para elevarem a competitividade».

Já na qualidade de diretor do Montado Hotel & Golf Resort recordou que «o CGI é um dos dois primeiros sócios institucionais do Montado», frisando o relacionamento antigo que existe entre o clube e o campo, e fez votos de que a parceria se mantenha.

A cerimónia de entrega de prémios de todos os torneios da Ordem de Mérito do CGI decorreu no restaurante do Montado Hotel & Golf Resort, em simultâneo com a entrega de prémios anual do Clube de Golfe do Montado, o que criou um agradável convívio entre os sócios das duas coletividades.


A direção do CGI esteve representada por Luís Ribeiro Soares e os vencedores de 2017 foram os seguintes:
Marco Andrade: gross e net do 1º torneio; gross do 4º, 5º e 6º torneios.
José Ricardo Silva: net e gross do 2º e do 3º torneios.
Pedro Lalanda: net do 4º torneio.
João Esteves: net do 5º torneio.
Gary Bellamy: net do 6º torneio.

O primeiro classificado gross e net de cada torneio recebeu da Murganheira uma caixa de vinho espumante que veio mesmo a calhar nesta quadra festiva, para além, obviamente, do respetivo troféu.

Pela vitória nos dois rankings Marco Andrade “açambarcou” ainda duas caixas de espumante e de vinho Murganheira; uma anuidade do Club de Golf Ibérico para toda a época de 2018, com o estatuto de Praticante-A; dois vouchers de 50% de desconto em compras na Kankura Golf, os sapatos que equipam alguns dos melhores profissionais portugueses; um voucher cortesia do Montado Hotel & Golf Resort com direito a uma noite para duas pessoas e dois green-fees.

Note-se que, tendo recebido sete caixas da Murganheira, Marco Andrade teve o gesto bonito de colocar seis delas na tômbola de prémios sorteados que foram depois oferecidos aos sócios do Montado, bem como o voucher do Montado e ainda a anuidade no CGI.

Contactos: Vera Fino (secretária técnica do CGI) - socios@clubgolfiberico.com
Texto: Hugo Ribeiro – press@streamplan.pt
Fotografias: Maria João Prieto

GABINETE DE IMPRENSA

DO CLUB DE GOLF IBÉRICO


6ª TAÇA MANUEL AGRELLOS: PGA de Portugal faz o "tetra" mas FPG bate-se bem

Palmela, Montado Hotel & Golf Resort
19 de dezembro de 2017
Para: Seção de Desporto ou de Modalidades
De: PGA de Portugal
Assunto: Golfe Nacional

TAÇA MANUEL AGRELLOS

PROFISSIONAIS VENCEM
PELO QUARTO ANO SEGUIDO

AS SELEÇÕES NACIONAIS DA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE GOLFE E DA PGA DE PORTUGAL DEFRONTARAM-SE NO MONTADO HOTEL & GOLF RESORT, EM PALMELA. A FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS VENCEU POR 14-6, MAS HOUVE ALGUM EQUILÍBRIO 


A seleção nacional da PGA de Portugal conquistou a 6ª edição da Taça Manuel Agrellos que hoje (terça-feira) terminou no Montado Hotel & Golf Resort, em Palmela.



A formação dos profissionais ganhou pelo quarto ano seguido e a vitória sobre a seleção nacional de amadores da Federação Portuguesa de Golfe por 14-6 é um resultado inequívoco, sendo até a segunda margem mais dilatada de sempre de uma equipa campeã.

No entanto, é forçoso reconhecer que o resultado não espelha totalmente o que se passou em campo, na medida em que, se é certo que o sucesso da PGA de Portugal acabou por nunca estar em dúvida, os embates foram mais equilibrados do que poderia pensar-se à partida.

Apesar de contar com três jogadores de sub-16 e outros três de sub-18, a formação da FPG, campeã da competição em 2012 e 2013 e comandada pelos Treinadores Nacionais, Nélson Ribeiro e Hugo Pinto, deu muito que fazer e cinco dos dez singulares de hoje só foram decididos no último buraco.

O dia começou logo bem para a PGA de Portugal, com a confirmação da vitória no duelo de pares (“foursomes”) que tinha ficado por concluir ontem, no qual João Carlota e António Sobrinho impuseram-se por “1 up” (uma vez mais, no último buraco) Francisco Oliveira e Vítor Lopes.

Isso fez com que a PGA de Portugal partisse para os singulares com a vantagem de 6,5-3,5. Com 3 pontos a separar as equipas, já seria necessário um início muito forte dos amadores para que os profissionais pudessem eventualmente acusar a pressão, mas foi exatamente o contrário que aconteceu.

Quando Afonso Girão venceu, finalmente, o primeiro “match” do dia para a FPG (com um “putt” de 10 metros no buraco 18), já a PGA de Portugal tinha somado vitórias com Tiago Rodrigues, Tiago Cruz, João Ramos, João Carlota e Gonçalo Pinto.

Com 11 pontos garantidos, o triunfo final estava assegurado.

A partir daí, apenas por uma questão de brio, continuou a lutar-se – e muito – com os três “matches” seguintes a serem empatados no 18: António Sobrinho com Francisco Oliveira, Ricardo Santos com Vítor Lopes, e Tomás Silva com Pedro Lencart. Miguel Gaspar deu o último ponto do dia aos profissionais.

Manuel Agrellos, o homenageado, acompanhou a competição nos dois dias e resumiu bem o que viu em campo: «Em todas as três sessões deu ideia de que os amadores estavam a equilibrar as coisas, mas depois, nas fases finais, nos últimos buracos, viu-se bem quem tem mais experiência».

Com efeito, a PGA de Portugal ganhou as três sessões: 3,5-1,5 em “fourball”, 3-2 em “foursomes” e 7,5-2,5 em “singles”. Não há qualquer discussão sobre a justiça do resultado e hoje viu-se a verdadeira fibra e qualidade dos “pros” portugueses, mas estes jovens amadores mostraram garra e ambição.

Houve alguns “matches” escaldantes e o empate de Ricardo Santos com Vítor Lopes poderá ter sido o prato forte. «Nunca perdi um singular na Taça Manuel Agrellos, joguei um dos meus melhores “match play” de sempre e mesmo assim não consegui ganhar-lhe, o que diz bem da qualidade de jogo do Ricardo», disse o amador Vítor Lopes, que terminou a prova com 2 “birdies”.

Também em entrevista à SportTV, Ricardo Santos avisou que cheguou «a estar atrás no marcador» e que precisou de 4 “birdies” nos últimos cinco buracos para empatar». Um duelo que terminou com 2 “birdies” no buraco 18 diz tudo sobre a sua espetacularidade. 

Na cerimónia de entrega de prémios estiveram presentes Marco Andrade (diretor do Montado Resort), Miguel Franco de Sousa (presidente da FPG), José Correia (presidente da PGA de Portugal), Manuel Agrellos (o homenageado) e os dois técnicos da seleção nacional da FPG, Nélson Ribeiro e Hugo Pinto.

«Foram “matches” muito interessantes, os mais novos têm uma motivação extra por defrontarem as suas referências e deram tudo o que tinham e não tinham. Conseguiram atingir performances que noutros ambientes não conseguiriam», comentou o selecionador nacional da FPG, Nélson Ribeiro.



«Estou muito contente, é importante a PGA de Portugal ganhar e os profissionais mostraram a sua qualidade, respeitando sempre os amadores. A equipa da FPG é jovem, mas muito empenhada, bem treinada e super motivada. Mas a PGA de Portugal esteve à altura do desafio», analisou José Correia, o capitão tetracampeão.

«É com muito bons olhos que vemos a continuação da Taça Manuel Agrellos, uma competição que é muitíssimo importante no calendário, não só da FPG, mas também da PGA de Portugal. É um evento em que todos saem a ganhar, num palco magnífico, o Montado, onde sempre se tem jogado esta Taça Manuel Agrellos», declarou o presidente da FPG, Miguel Franco de Sousa, em entrevista à SportTV. 


CONTACTOS: 93 422 08 53 / Hugo Ribeiro / press@pgaportugal.pt /
FOTOGRAFIA: Da autoria de Sofia Câmara/PGA de Portugal.
ANEXOS: Press Release, 1 fotografias e resultados.

GABINETE DE IMPRENSA
DA PGA DE PORTUGAL


Texto escrito conforme o Acordo Ortográfico - convertido pelo Lince.     

    

6ª TAÇA MANUEL AGRELLOS: PGA Portugal lidera mas tem FPG à perna

Palmela, Montado Hotel & Golf Resort
18 de dezembro de 2017
Para: Secção de Desporto ou de Modalidades
De: PGA de Portugal
Assunto: Golfe Nacional

TAÇA MANUEL AGRELLOS

PROFISSIONAIS LIDERAM
MAS AMADORES BRILHAM
E ESTÃO BEM PERTO

AS SELEÇÕES NACIONAIS DA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE GOLFE E DA PGA DE PORTUGAL MEDEM FORÇAS ATÉ AMANHÃ NO MONTADO HOTEL & GOLF RESORT, EM PALMELA. A FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS COMANDA POR 5,5-3,5


A seleção nacional da PGA de Portugal lidera a 6ª edição da Taça Manuel Agrellos, que hoje (segunda-feira) começou no Montado Hotel & Golf Resort e que amanhã termina no mesmo campo de Palmela.

A formação dos profissionais, vencedora da chamada Ryder Cup à portuguesa em 2014, 2015 e 2016, é capitaneada pelo presidente da associação, José Correia e soma 5,5 pontos.

Por seu lado, a seleção nacional da Federação Portuguesa de Golfe (FPG), campeã da competição em 2012 e 2013, é comandada pelos Treinadores Nacionais, Nélson Ribeiro e Hugo Pinto e conseguiu agregar hoje 3,5 pontos.

Há, pois, apenas 2 pontos a separar as duas equipas quando existem ainda 11 pontos em disputa. Qualquer seleção tem legítimas aspirações ao título e os singulares de amanhã serão emocionantes.

Apesar do bom tempo que se fez sentir e não obstante a qualidade elevada em que o campo se encontra, os cinco duelos de pares matinais, na modalidade de “fourballs” (4 bolas em jogo) prolongaram-se um pouco mais do que o previsto, devido à competitividade dos mesmos.

Isso fez com que os embates de pares vespertinos, disputados na varante de “foursomes” (pancadas alternadas) só tenham terminado no crepúsculo do dia e um dos cinco foi mesmo suspenso por falta de luz natural e adiado para amanhã (terça-feira).


Com este cenário, a organização decidiu começar mais cedo a jornada de amanhã, logo às 7h45, para concluir o duelo António Sobrinho/João Carlota (PGA)-Vítor Lopes/Francisco Oliveira (FPG), no qual os profissionais lideram por 1 buraco com 2 buracos ainda por jogar.

Logo depois, às 8h00, dar-se-á o início à sessão dos 10 confrontos de singulares.

A jornada de hoje foi caracterizada pela qualidade de jogo dos amadores. Basta dizer que nos “fourball” da manhã, a FPG comandava 4 dos 5 duelos após o buraco 8 e nos “foursomes” da tarde passava-se exatamente o mesmo depois do buraco 9.

As grandes figuras dos amadores foram Pedro Lencart e João Girão, a única dupla a vencer ambos os encontros, derrotando Gonçalo Pinto e Miguel Gaspar por 1 buraco (“fourball”) e Tiago Cruz e João Ramos por 2/1 (“foursomes”).

Estes resultados não podem ser considerados uma surpresa, pois Pedro Lencart, aos 17 anos, apresenta um ritmo competitivo digno de um profissional e está a viver uma época de sonho, enquanto João Girão cresceu muito como jogador, sobretudo em confiança, desde que foi estudar e competir nos Estados Unidos.

Nos últimos anos, os selecionadores nacionais da FPG têm apostado várias vezes neste par em Campeonatos da Europa e são uma dupla extremamente bem entrosada.

O mesmo raciocínio pode fazer-se em relação aos irmãos Ricardo e Hugo Santos. Costumam emparceirar na Taça Manuel Agrellos e até já competiram juntos numa Taça do Mundo de profissionais.

Os “manos” Santos estão igualmente invencíveis, embora de manhã tenham empatado com Afonso Girão e Vasco Alves. À tarde soltaram todo o seu talento e vergaram Gonçalo Teodoro e Daniel Rodrigues, dois jovens de sub-16, por 5/4.

Note-se que a PGA de Portugal poderá ainda chegar ao final dos pares com uma equipa com duas vitórias, tal como aconteceu com a FPG.

Bastará que amanhã António Sobrinho e João Carlota sejam capazes de triunfar no tal “match” suspenso por falta de luz.

«Apesar de estarmos a perder, a verdade é que na parte da manhã todos os “matches” terminaram no último buraco, o que demonstra que houve algum equilíbrio. À tarde ganhámos dois “matches” e perdemos dois. Gostei de ver os jogadores porque primaram pela organização, pela motivação e neste momento sinto-me satisfeito», considerou o selecionador nacional da FPG, Nelson Ribeiro, em declarações à SportTV.

Pedro Lencart e João Girão, também em entrevista concedida em simultâneo à mesma TV, disseram-se convencidos de que a FPG pode dar a volta ao resultado.

«Eles têm um estatuto superior ao nosso e isso dá-me mais vontade de jogar melhor e de ganhar-lhes», disse João Girão.

«É muito especial defrontá-los – acrescentou Lencart – porque são mais velhos do que nós. Quando eu tinha 12 ou 13 anos olhava-os como os meus ídolos e agora jogar contra eles e ganhar-lhes é uma grande sensação. Amanhã é como o Joao disse, é para ganhar. Quero ganhar o meu “match” e ajudar os outros».

Claro que os tricampeões não estão pelos ajustes, não querem facilitar e desejam, pelo menos, manter a vantagem que já foi alcançada hoje nos pares, como deu a entender José Correia.

«É nossa responsabilidade provar em campo a qualidade que temos. Claro que há uma pressão suplementar nisso e o que pedi aos meus jogadores foi que fossem sérios no campo e que respeitassem a outra equipa. Creio que isso foi hoje conseguido e amanhã será o mesmo», disse o presidente da PGA de Portugal.

«Houve muita qualidade, muito equilíbrio, os nossos jogadores estão a ter dificuldades frente a esta seleção amadora muito jovem mas cheia de vontade e com uma motivação extra para defrontar os melhores profissionais. Não foi uma surpresa para nós e creio que amanhã será também este o mote», concluiu José Correia.

Ricardo Santos e Hugo Santos admitiram que de manhã sentiram algumas dificuldades nos “greens” mas que depois retificaram essa lacuna à tarde e declaram-se prontos para responder amanhã ao desafio, mas não deixaram de apreciar o que viram dos mais novos.

«De manhã os “putts” não quiseram entrar – lamentou-se Ricardo Santos, o mais credenciado dos 20 jogadores presentes – mas o dia correu bem. À tarde jogámos bem melhor e enfiámos alguns bons “putts”. Nós temos a responsabilidade e o dever de mostrar o melhor de nós, porque somos um exemplo para eles. Alguns deles foi a primeira vez que os vi, são jovens, têm talento e um futuro risonho».

Hugo Santos conhece mais os adversários, dado ser um dos treinadores do Clube de Golfe de Vilamoura: «Esta tarde jogámos frente a um jovem de 15 anos e outro de 16, um deles (Gonçalo Teodoro) joga lá no meu clube, conheço-o, e viu-se como são bons jogadores. Com trabalho podem chegar longe».

Na cerimónia de entrega de prémios de amanhã, prevista para o final da tarde, estarão presentes Marco Andrade (diretor do Montado Resort), Miguel Franco de Sousa (presidente da FPG), José Correia (president da PGA de Portugal) e Manuel Agrellos (o homenageado).



CONTACTOS: 93 422 08 53 / Hugo Ribeiro / press@pgaportugal.pt /
FOTOGRAFIAS: Da autoria de Sofia Câmara/PGA de Portugal.
ANEXOS: Press Release, 2 fotografias e saídas de amanhã.

GABINETE DE IMPRENSA
DA PGA DE PORTUGAL


Texto escrito conforme o Acordo Ortográfico - convertido pelo Lince.        


6ª TAÇA MANUEL AGRELLOS: PGA de Portugal favorita com Ricardo Santos


Palmela, Montado Hotel & Golf Resort
17 de dezembro de 2017
Para: Seção de Desporto ou de Modalidades
De: PGA de Portugal
Assunto: Golfe Nacional

TAÇA MANUEL AGRELLOS

RICARDO SANTOS
LIDERA PGA DE PORTUGAL
NA RYDER CUP À PORTUGUESA

AS SELEÇÕES NACIONAIS DE AMADORES E DE PROFISSIONAIS DEFRONTAM-SE PELO SEXTO ANO CONSECUTIVO NO MONTADO HOTEL & GOLF RESORT, EM PALMELA. A FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS ESTÁ DESFALCADA MAS É FAVORITA


A seleção nacional da PGA de Portugal apresenta-se amanhã (segunda-feira) claramente desfalcada para a 6ª edição Taça Manuel Agrellos, em Palmela.

Se olharmos para o ranking mundial de profissionais, saltam à vista as ausências de Ricardo Melo Gouveia (que regressou anteontem da sua lua de mel), Filipe Lima, Pedro Figueiredo, Stephen Ferreira e António Rosado, jogadores que teriam, de caras, lugar na equipa capitaneada por José Correia, o presidente da associação dos profissionais portugueses.

Mesmo assim, a PGA de Portugal, vencedora das edições de 2014, 2015 e 2016 da chamada Ryder Cup à portuguesa, continua a ser favorita ao “tetra”, depois da seleção nacional da Federação Portuguesa de Golfe (FPG) ter conquistado as duas primeiras edições em 2012 e 2013. 



A 6ª Taça Manuel Agrellos, que homenageia o ex-presidente da FPG, da Associação Europeia de Golfe e da PGA da Europa, disputa-se amanhã e depois de amanhã, nos dias 18 e 19, como de costume, no Montado Hotel & Golf Resort.

Confrontado com as ausências perfeitamente compreensíveis – por exemplo, Stephen Ferreira reside no Zimbábue, António Rosado na África do Sul, Filipe Lima em França e Ricardo Melo Gouveia em Inglaterra – José Correia convocou os irmãos Ricardo e Hugo Santos, Tiago Cruz, Tomás Silva, João Carlota, António Sobrinho, Tiago Rodrigues, João Ramos, Miguel Gaspar e Gonçalo Pinto.

 «Usámos como critério de convocação as classificações da Ordem de Mérito 1080 Produções e do Ranking da PGA de Portugal. É a forma justa de premiar os melhores jogadores», explicou José Correia.

Recorde-se que a Ordem de Mérito 180 Produções premeia os melhores jogadores do PGA Portugal Tour, ou seja, do circuito profissional português, enquanto o Ranking da PGA de Portugal inclui todos os torneios nacionais e internacionais disputados pelos profissionais portugueses.

Apesar de uma equipa menos forte do que nos anos anteriores, o presidente da PGA de Portugal mostra-se confiante: «Temos uma equipa forte e os jogadores conhecem-se bem. Tenho total confiança nos profissionais que irão representar a PGA de Portugal».

Quem conhece José Correia sabe que é extremamente competitivo, tanto nos seus tempos de jogador, como agora de dirigente desportivo e de capitão. Contudo, a vitória não é o seu principal objetivo, ao organizar esta competição que encerra o calendário desportivo da PGA de Portugal e da FPG.

«A Taça Manuel Agrellos homenageia um grande homem do golfe nacional que ao longo dos tempos muito tem contribuído para a modalidade. O grande objetivo é, sem dúvida, juntar os melhores jogadores nacionais num só torneio. É um confronto entre as duas seleções. É importante e irá proporcionar momentos de golfe de altíssimo nível», considerou.

Entre os convocados merece destaque Ricardo Santos, o campeão nacional de 2011 e 2016, o único português a ter figurado no top-10 da Corrida para o Dubai do European Tour, o único português a vencer o Sir Henry Cotton Rookie of the Year Award do European Tour e um dos três únicos portugueses a ter conquistado um título do European Tour, no Madeira Islands Open BPI de 2012.

Tiago Cruz foi por duas vezes campeão nacional, António Sobrinho detém o recorde de 11 títulos de campeão nacional, Hugo Santos foi tricampeão europeu de profissionais de clube, Gonçalo Pinto é o único português a ter vencido no mesmo ano os campeonatos nacionais de profissionais e de amadores, Tomás Silva foi o n.º1 da Ordem de Mérito 1080 Produções de 2017, João Carlota é o atual vice-campeão nacional, Tiago Rodrigues ganhou na época passada um torneio do Portugal Pro Golf Tour e Miguel Gaspar representou Portugal no Campeonato do Mundo de amadores


CONTACTOS: 93 422 08 53 / Hugo Ribeiro / press@pgaportugal.pt /
FOTOGRAFIAS: 1 – Ricardo Santos é o melhor jogador da Taça Manuel Agrellos de 2017. Fotografia de Ricardo Lopes/PGA de Portugal. 2 – A seleção nacional da PGA de Portugal na Taça Manuel Agrellos de 2016. Fotografia de Ricardo Lopes/PGA de Portugal.
ANEXOS: Press Release, 2 fotografias e saídas de amanhã.

GABINETE DE IMPRENSA
DA PGA DE PORTUGAL

Texto escrito conforme o Acordo Ortográfico - convertido pelo Lince


6ª TAÇA MANUEL AGRELLOS: Seleção da FPG em grande força


Palmela, Montado Hotel & Golf Resort
16 de dezembro de 2017
Para: Seção de Desporto ou de Modalidades
De: PGA de Portugal
Assunto: Golfe Nacional

TAÇA MANUEL AGRELLOS

UNIVERSITÁRIOS “AMERICANOS”
REFORÇAM EQUIPA DA FPG
NA À RYDER CUP À PORTUGUESA

AS SELEÇÕES NACIONAIS DE AMADORES E DE PROFISSIONAIS DEFRONTAM-SE PELO SEXTO ANO CONSECUTIVO NO MONTADO HOTEL & GOLF RESORT, EM PALMELA. A FORMAÇÃO DA FEDERAÇÃO APRESENTA-SE NA MÁXIMA FORÇA


Há alguns anos que a seleção nacional da Federação Portuguesa de Golfe não se apresentava tão forte na Taça Manuel Agrellos.

Apesar da enorme juventude, a equipa de amadores, não sendo a favorita, tem legítimas aspirações a pensar num eventual terceiro título, depois dos averbados em 2012 e 2013. Desde então, a seleção nacional da PGA de Portugal somou três triunfos seguidos.

A 6ª edição da Taça Manuel Agrellos, conhecida pela designação mais popular de Ryder Cup à portuguesa, disputa-se nos dias 18 e 19 (segunda e terça-feira), como de costume, no Montado Hotel & Golf Resort, em Palmela, estando o dia de amanhã (Domingo) reservado a um seleto Pro-Am.


O único grande ausente da seleção da FPG é Tomás Melo Gouveia, o dominador do calendário Amador de 2017, vencendo dois Majors nacionais, o Campeonato Nacional Amador Peugeot e a Taça FPG/BPI, terminando, naturalmente, como o n.º1 do Ranking Nacional BPI, ou seja, como o melhor Amador português do ano.

Simplesmente, o irmão mais novo de Ricardo Melo Gouveia tornou-se, entretanto, professional e até já tem competido nas últimas semanas no Portugal Pro Golf Tour, pelo que deixou de ser elegível para a formação de amadores.

Mesmo assim, a equipa liderada pelo selecionador nacional Nélson Ribeiro e pelo seu adjunto Hugo Pinto apresenta-se na máxima força. «Temos os três primeiros do ranking mundial amador, que estão a estudar no estrangeiro, e os sete primeiros do Ranking Nacional BPI», explicou Nélson Ribeiro.

A saber: Francisco Oliveira, Afonso Girão, João Girão, Pedro Lencart, Vítor Lopes, João Maria Pontes, Gonçalo Teodoro, Vasco Alves, Daniel Rodrigues e Pedro Clare Neves.

O destaque vai para a oportunidade cada vez mais rara de ver jogar em Portugal Francisco Oliveira, Afonso Girão e João Girão, que estudam e competem em universidades norte-americanas, com resultados bem positivos.


Nenhum deles é estreante na prova, mas regressam com outro “calo competitivo”, mais maduros e capazes de bater o pé aos profissionais.

O mesmo passa-se com Pedro Lencart, quase a seguir os passos dos seus companheiros de equipa, nos Estados Unidos. É certo que o ex-campeão nacional amador tem apenas 17 anos, mas ostenta uma rodagem internacional digno dos melhores profissionais portugueses e este ano tornou-se apenas no segundo português a vencer o British Boys, um dos Majors mundiais de sub-18, repetindo o sucesso de Pedro Figueiredo.

O outro “peso-pesado” da seleção da FPG é Vítor Lopes, o melhor Amador português em 2015, muito habituado a competir entre profissionais, no PGA Portugal Tour, no Portugal Pro Golf Tour e até mesmo no Portugal Masters do European Tour. Para mais, é um “craque” em “match play”, a modalidade da competição.

Os restantes membros da equipa – João Maria Pontes, Gonçalo Teodoro, Vasco Alves, Daniel Rodrigues e Pedro Clare Neves – integram ainda os escalões juvenis de sub-16 e de sub-18. Para eles a experiência que retiram deste confronto direto com os “pros” é inestimável.

«É uma equipa muito jovem, dado que, relativamente à edição do ano passado, alguns jogadores que tinham participado abraçaram o profissionalismo e existe uma regeneração natural da equipa», considerou Nélson Ribeiro.

«Existem dois objetivos intrínsecos a esta participação: Os mais novos podem jogar com e contra os seus ídolos nacionais e todos os jogadores podem, assim, medir o seu desempenho comparativamente com o nível do profissionalismo», acrescentou o selecionador nacional da FPG.    


CONTACTOS: 93 422 08 53 / Hugo Ribeiro / press@pgaportugal.pt /
FOTOGRAFIAS: 1 – Francisco Oliveira, a estrela dos SkyHawks da Point University, na Geórgia, é um dos esteios da seleção nacional da FPG na Taça Manuel Agrellos de 2017. Fotografia de João Coutinho/FPG, na edição de 2016 da prova. 2 – A seleção nacional da FPG na Taça Manuel Agrellos de 2016. Fotografia de Rui Frazão.
ANEXOS: Press Release e 2 fotografias.

GABINETE DE IMPRENSA
DA PGA DE PORTUGAL


Texto escrito conforme o Acordo Ortográfico - convertido pelo Lince.    

     

TAÇA SOBRINHO & AMIGOS: Celebrar carreira de 25 anos



Para: Secção de Desporto e/ou de Modalidades
Assunto: Golfe Nacional

Taça Sobrinho & Amigos

RECORDISTA NACIONAL
APOSTA EM TORNEIO
E CELEBRA CARREIRA

ANTÓNIO SOBRINHO RECEBEU AMIGOS, CONVIDADOS E FAMILIARES NO PERCURSO SUL DA QUINTA DO LAGO, NO ALGARVE. AOS 46 ANOS, O 11 VEZES CAMPEÃO NACIONAL VAI CONTINUAR COM A PROVA

António Sobrinho criou um torneio com o seu nome, a Taça Sobrinho & Amigos, com o objetivo de celebrar todos os anos uma carreira de 25 anos que levou-o a ser o recordista de 11 vezes vencedor do Campeonato Nacional de profissionais.

«Aos 46 anos, achei que era a altura certa de reunir-me todos os anos com familiares e amigos que me ajudaram ao longo dos anos ou que simplesmente gostam de confraternizar comigo. Na realidade, esta é já a terceira vez que faço o torneio, mas é a primeira vez em que desejo comunicar publicamente a sua existência, porque decidi que é para continuar e cada vez melhor organizado», disse o português natural de Angola, que reside há muito no Algarve.


«O torneio será disputado todos os anos no dia 9 de dezembro porque foi nessa data, há exatamente 25 anos, que me tornei profissional e foi também nesse dia que comecei uma bela história de amor com minha mulher», acrescentou o jogador que continua a competir em bom nível e a integrar a seleção nacional da PGA de Portugal que vai defrontar a sua congénere da Federação Portuguesa de Golfe, na Taça Manuel Agrellos, nos dias 18 e 19 deste mês.

«Este ano consegui o apoio da Quinta do Lago e da Nike, através da NorGolfe, e chamei a promotora de eventos Paula Reis, da Hole in One, para ajudar-me na organização. Estou seguro de que para o ano a Taça Sobrinho & Amigos será melhor», concluiu o antigo membro do Asian Tour e do Challenge Tour, que ultimamente tem competido no Portugal Pro Golf Tour.

Este ano o torneio realizou-se no percurso Sul da Quinta do Lago, onde deverá manter-se pela razão sentimental de ter sido ali que “Sobras” nasceu para o golfe.

A participação foi elevada, com 84 jogadores vindos de Angola, Inglaterra e de várias regiões de Portugal, atestando a popularidade de António Sobrinho.

O vencedor foi Jorge Prata com 41 pontos stableford (18 nos primeiros 9 buracos e 23 nos segundos 9), exatamente o mesmo resultado do francês residente no Algarve, Thomas Gaston (20+21), tendo sido necessário recorrer ao sistema de desempate.

São dois jogadores com fortes ligações ao homenageado, como o próprio explicou: «O Jorge é meu irmão, do mesmo pai e de mãe diferente. Começou a jogar golfe ao mesmo tempo do que eu, com 8 ou 9 anos. O Thomas é meu aluno há menos de um ano, tem apenas 16 anos e este foi o primeiro torneio que jogou».

Houve ainda dois prémios para a bola mais perto da bandeira, arrebatados por Odilia Parry e Tomás Belo.

António Sobrinho lamentou que o seu torneio se desenrole em simultâneo com um dos três dias de prova do Grande Troféu de Vilamoura, «um torneio histórico e de prestígio em Portugal», mas o dia 9 de dezembro tem «um enorme significado» para ele, pelo que «a data irá manter-se».

Contacto: Paula Reis (paula.reis@one-link.pt)
Texto: Hugo Ribeiro
Fotografia: Valdemar Afonso
Cartaz: NorGolfe / Nike
  

TAÇA SOBRINHO & AMIGOS